O site Joblo foi ao set de gravações de Kong: A Ilha da Caveira e falou com Brie Larson. Abaixo você pode conferir a entrevista traduzida:

Em seu personagem: 
“Eu interpreto uma mulher, para começar. Eu sou uma jornalista, fotógrafa que acaba juntando-se a essa equipe de personagens. Eu tenho meu próprio tipo de motivo de por que eu estou aqui. Essa é a coisa interessante sobre este filme – É um grupo de desajustados que estão todos vindo de pontos de vista diferentes, olhando para a mesma coisa. E você começa ter muitas visões diferentes em relação à natureza e de como devemos lidar ou tratar isso com perspectivas diferentes. Eu venho como uma espécie de pessoa de fundo, alguém que está ali apenas para tirar fotos e à medida que progride, tenho que ter um pouco mais em minhas mãos.”

Por que ela foi chamada para o filme?
“A grande parte é do que a história é e eu realmente amo grandes filmes, mas os meus favoritos são os que têm um real estrutura e suporte principal para eles. Não é apenas um grupo de pessoas lutando por algum tipo de coisa abstrata que vai salvar o mundo. Há algum significado por trás disso, e algo que – nós podemos apreciar nos cinemas e então, enquanto enquanto saímos dele vamos estar falando: ‘Uau, havia algo muito mais profundo em jogo ali. Há algo que me conecta com minha vida.’ É a razão pela qual eu amo e sempre amei tanto STAR WARS, é tão enraizado no mito. Está tão enraizada no processo mental do cérebro e nos ajuda a lidar com essas coisas abstratas que estão acontecendo em nosso cérebro para fazer com que a gente nos sinta menos sozinhos. Para fazer um filme como este, o contrato é realmente muito, muito difícil. É difícil fazer qualquer filme mas um filme como este requer muito trabalho físico e atitude positiva todos os dias e assim ele precisará ser algo que vale a pena lutar todos os dias e eu sinto que é por isso da estrutura real da história em si, o significado por trás de tudo isso.

Relação entre sua personagem com Kong:

“Eu acho que há uma coisa linda por causa – eu acho que há tanto mito nisso e parte do mito é masculino e feminino – desse anima e animus. Então, por causa de sua energia feminina, eu sinto que ela está um pouco mais a frente tendo interesse e respeito pela natureza, e imediatamente registra que isto não é sobre o homem superar esta criatura, mas trabalhando com ela é que realmente se começa a apreciá-la. Através disso, ela tem um relacionamento mais íntimo, mais amoroso e íntimo com Kong do que com aqueles que são apenas do tipo que intimida ele.”

Sean Wist: “Então, cena de amor?”

Brie Larson: “Com certeza” [risadas]

A CAÇA NA SELVA
A última cena na selva, que fomos espectadores, foi realmente uma das minhas cenas favoritas para contemplar. Há muitas maneiras de iluminar uma cena noturna e, em boa parte do tempo, os filmes filmam durante o dia e altera digitalmente para parecer noite (raramente funciona). Felizmente, este não foi o caso aqui. Um balão gigante cheio de luzes flutuou abaixo das árvores, enquanto um guindaste gigante forneceu uma fonte de luz ACIMA das árvores. O efeito disso eram raios de luz disparados entre as milhares de folhas das árvores. Foi realmente algo autentico e acrescentou um toque mágico ao entardecer.

A cena em si seguiu um grupo, incluindo Tom Hiddleston, Brie Larson, John C. Reilly e alguns outros fugindo de um perigo invisível. No meio da cena, Larson se vira para tirar algumas fotos com sua câmera. Hiddleston corre, agarra ela pelos escrombos e a puxa para longe, gritando, “Agora não!”. Não houve muita variação no número de tomadas gravadas que eu vi, mas eu peguei Hiddleston cantando Chumbawumba’s Tubthumping com o elenco antes de uma tomada. O homem é apenas uma fonte infinita de paixão, compromisso e energia. Isso, sem dúvida, surgirá na entrevista que tivemos a oportunidade de fazer com este homem.